segunda-feira, 1 de dezembro de 2003

Ora vejam!

01/12/2003 21:16:03

Ora vejam!

Meu web surfing anda rendendo... inutilidade!
Este texto foi gerado em um site chamadado mundo perfeito.

Segue minha obra prima:

Música Tipo Tribalista:
Menos e mais

Aportei em Januária, Antuerpia
Dois mais dois é igual a mais
É hora de ser, hora de amado
Avistei candelabro
Quero sensual no serralheria seboso

Bis

Lesera legal love
É hora de ser, hora de amado
Sossega meu irmão, oh yeah!
Sou menos e sou mais Lourdes
Sou eu e sou nós
Balanço bonito, não brinque
É hora de ser, hora de amado


Repita 75 vezes até que alguém cometa suicídio.

P´ra melhor conhecer Ariel...

Estava dando uma olhada por aí e vi algo que sempre me atraiu:

Histórico de Sandman

Sandman é, sem dúvida, um dos mais enigmáticos personagens de quadrinhos de todos os tempos. Graças aos brilhantes roteiros de seu (re)criador, Neil Gaiman, que o reformulou completamente no final da década de 80, o Mestre dos Sonhos redefiniu o conceito de "quadrinho adulto", arrebanhando milhares de novos leitores em todo o mundo.

Só para ter uma idéia de seu sucesso no Brasil, onde as HQs voltadas ao público adulto têm pouquíssima longevidade, a revista Sandman foi publicada pela Editora Globo durante dez anos (1989 a 1999) e foi um verdadeiro recorde para o mercado nacional. Mas, até atingir esse status, Sandman teve outras encarnações oníricas, não tão brilhantes como a atual, porém fundamentais para a concepção do personagem como ele é hoje.

Apesar de haver muitas controvérsias sobre o nascedouro do conceito do Sandman, a maioria das versões aponta para o dinamarquês Hans Christian Andersen, que, em 1835, descreveu em contos infantis um personagem que soprava areia mágica nos olhos das pessoas para elas dormirem ou terem pesadelos.

Sandman estreou nos quadrinhos em 1939, mas era muito diferente da versão que popularizou Neil Gaiman. Era um milionário que combatia o crime com uma pistola que soltava uma estranha fumaça (para fazer os inimigos dormirem) e uma máscara para protegê-lo do gás e preservar sua identidade secreta. Depois disso, o personagem ganhou outras versões, no estilo super-herói, mas todas de pouca duração, o que o deixou mais tempo fora do que dentro do mercado de quadrinhos.

Finalmente, em 1988, Sandman ganhou sua versão definitiva. Neil Gaiman resolveu apostar num personagem que estava no "limbo" da DC Comics, no mais puro esquecimento. O autor começou mudando por completo o seu visual. Sandman ganhou um aspecto pós-apocalíptico, como pele pálida e cabelos negros arrepiados à imagem de Ian McCulloch (do Echo & the Bunnymen). Além disso, o roteirista criou um universo ao redor do personagem, amparado em várias mitologias e também nas suas versões anteriores.

Tudo foi muito bem amarrado por Neil Gaiman. Sandman ganhou seis irmãos ­ Morte, Delírio, Desespero, Destino, Desejo e Destruição. Na família dos Perpétuos ou Sem-Fim (como são chamados) surgiu uma das melhores sacadas do autor. Em inglês, todo os nomes começam com a letra D: Death, Delirium, Despair, Destiny, Desire e Destruction, respectivamente.

O grande mérito de Neil Gaiman foi trabalhar sobre o fato de que um habitante dos sonhos deve, por obrigação, ser misterioso. Ele abordou o lado psicológico dos pesadelos e ao mesmo tempo em que era capaz de instituir um terror escatológico nas páginas de uma edição; na outra, contava uma história de Shakespeare. Com isso, bem ao estilo de seu personagem, misturou, por várias vezes, sonhos e pesadelos!

Fui!

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