quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Descrição

Odeio descrições. Lembram-me os textos infindáveis do José de Alencar e aquela renca toda de gente sem criatividade que enche uma linguiça (sem trema, não trema na linguiça! Piada sem fim lucrativo, não precisam rir...) com imagens que em nada ajudam no desenrolar da trama.

Agora que já fiz meu momento de descarrego vou postar um dos meus exercícios de Português que é... exato uma descrição como o título do texto já disse.

E lá vamos nós:

Sou uma pessoa friorenta, procuro sempre carregar em minha bolsa algo para me aquecer, entre outros objetos que costumo levar para onde vou.

Procuro ter sempre algo que seja colorido, macio, feito de fibras naturais, que em muitos casos são tricotados ou crochetados por mim, que sejam capazes de transmitir uma sensação agradável de calor e que, além disso, sejam bonitos e funcionais.
Acabo sempre escolhendo, ou fazendo, os mais cumpridos e largos para ter mais opções de uso: mais próximos ao pescoço ou enrolados sobre a cabeça se estiver muito frio, ou mais solto, apenas como um acessório se estiver um tempo mais ameno. E sempre com roupas de cores sóbrias, para que as cores ou padronagens sejam mais visíveis, como um adereço.
Além de protetores de pescoço versáteis tenho em minha bolsa alguns itens que, para mim, são como kits de sobrevivência do mundo moderno: garrafa sempre cheia de água- para ajudar o meio-ambiente e para me manter hidratada; espelho, batom, caneta, agenda- que reconheço subutilizada, pois não tenho muita paciência para anotações diárias; toalha de mão; um nécessaire gigante – onde vão grande parte de meus itens de toillet, óculos escuros; prendedores de cabelo, tocador de MP3, fones de ouvido reserva, twin-set e luvas (que só saem de minha bolsa no auge do calor) e aquele que é o mais importante dos objetos que carrego: um livro.
Ler é como um método de relaxamento rápido, desligo- me de tudo ao meu redor ao adentrar no Mundo da leitura. Normalmente leio autores contemporâneos (nacionais ou não) e de preferência que tem histórias ficcionais. O que mais tenho lido nestes últimos tempos é André Vianco. Adoro suas histórias fantásticas. E sempre dou um jeito de reler clássicos, é meio como visitar um velho amigo querido e sempre pronto para tudo.
Como se pode antever pela quantidade de coisas que normalmente levo comigo, costumo usar uma bolsa grande, ou em muitos casos miniaturas de objetos que sinto que são mais necessários, e considerando que passo boa parte de meu dia fora de minha residência considero que pouco carrego, mas minhas costas parecem não concordar comigo.

Irgh...

Chega. Fuuuuuuuuuuuuuuuui!
Muito Obrigada.

Um comentário:

  1. oii, tudo bem??? vc deixou um comentario no meu blog, mas não deixou o e-mail para contato.
    A jaqueta ainda está disponível, se tiver interesse me escreva no carolpontes@uol.com.br

    Bjos, Carol
    www.eradacarol.blogspot.com

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